Período de exibição encerrado

23 Jun, 17H

#performance

Processos de criação e fluxos kuirs

MINAS GERAIS

60 min

Para Vina Amorim, a presente palestra-performance tem como intuito falar um pouco sobre os processos criativos em torno de dois trabalhos Máquina de Carne e Pequenas Mortes. Pesquisas que abordam as metáforas e da “doença” e a “morte” em relações biografias para a criação de Ela. Já Eli, com suas personalidades Drag King e Queer, conhecidas como Lek Piranha e Lili Bertas, apresenta figuras que agitam as cenas da comicidade, montação e representação. Lili Bertas compõe o elenco do Cabaré das Divinas Tetas e é Mestre de Cerimônias do Projeto GAMA SoundSystem. Lek Piranha é artista que busca tensionar, através de sua pesquisa, questões sociais, políticas e identitárias que são atravessadas por gênero, raça e saber popular, aspectos que direcionam seu fazer artístico.

 
MINIBIO DXS ARTISTXS
 
Eli Nunes

Eli Nunes é artista da dança, teatro e performance, que se interessa pela arte educação. Iniciou sua atuação profissional na área das artes em 2008 e se graduou em Dança - Licenciatura na UFMG em 2018, tendo como foco de sua pesquisa as manifestações culturais urbanas e tradicionais afro-diásporas. Integra também a equipe da segundaPRETA desde 2017, realizando ações diversas de produção, registro e provocação acerca da artes cênicas negras. Integra as atividades da Academia Transliterária e, graças a este encontro, vem dando vida para textos poéticos e coreopoemas de sua autoria.

 
Vina Amorim

Mestranda no Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas e licenciada em artes cênicas pela Universidade Federal de Ouro Preto. Seu histórico reune trabalhos com arte-terapia, teatro de rua e dança-teatro. Aprofundou sua pesquisa nas áreas do corpo na Université Grenoble Alpes – França em 2016. Atualmente pesquisa juntamente com o coletivo Anticorpos - Investigações em Dança, onde desenvolve trabalhos artísticos e acadêmicos. Desde 2017 é colaboradora e produtora da Plataforma Queerlombos. Seus campos pesquisa abordam questões em relação a gênero a partir de sua Travestilidade, criou performances e textos disparadas por sua re-existência. Em 2021 desenvolve a oficina “Ateliê de si” espaço para a criações artística no meio digital.

 
Fredda Amorim

Antes de qualquer coisa sou bixa, preta de Asè que TRANSita pelo mundo. Professora no curso de pós graduação: Lideranças Transformadoras do BBI of Chicago – Business Behavior Institute, Mestra em Artes cênicas pela (UFOP) Universidade Federal de Ouro Preto, Historiadora e professora de história(2009). Tenho me relacionado com as Artes, com a performance, intervenções urbanas, teatro, poéticas de si, processos de criação, experimentação e me debruçado em pesquisas, ações e práticas voltadas para as questões de gênero, raça e classe junto a PLATAFORMA QUEERLOMBOS composta por outres pesquisadores, artistes e pessoas LGBTTQI-+.